11 Julho 2009
10 Julho 2009
MAIS UMA SACANICE
AS INJUSTIÇAS DO (NOVO) CONCURSO DE PROFESSORES
Quem não está dentro do assunto pensa que tudo o que se passa com os professores são “ossos do ofício”.
Os grandes defensores deste Governo e das suas “medidas” para o sector da Educação acham que tudo o que os professores dizem é mentira e só querem é defender interesses “corporativos”. Esta dos interesses “corporativos” é recorrente, já que qualquer pessoa se acha no direito de chamar corporativo a um professor, mesmo sem saber bem o que é. Mas como essa palavra aparece muito nas televisões, toca a aplicá-la a torto e a direito.
Passo, então, a expor a minha situação (que é idêntica à de muitos professores, mas sem acesso aos grandes meios de comunicação social):
Sou professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico (antigo professor do Ensino Primário, vulgo professor primário) e pertencia, até agora, ao Quadro de Zona Pedagógica da Guarda (QZP 09).
Este ano o Governo resolveu alterar toda a mecânica do concurso de professores para, segundo afirma, estabilizar o corpo docente. E, se bem o pensou, melhor o fez. Como estava é que não podia ser. Até parecia mal que este Governo, todo moderno, deixasse ficar as coisas como estavam. Era imperioso mexer nisso.
Para isso, extinguiu os QZP e os professores deste quadro foram obrigados a concorrer a um Quadro de Agrupamento.
Mas há um pormenor que nunca é falado na comunicação social e só o conhece quem está no terreno. Aquando dos concursos não são apuradas todas as vagas, só algumas. Mais tarde é que vão aparecer outras vagas.
Como sou do Soito, concorri e coloquei (como é óbvio) o Agrupamento do Sabugal em primeiro lugar e os outros por aí fora, até Seia. Também podia concorrer a Agrupamentos fora do Distrito da Guarda e assim fiz, colocando, também, os Agrupamentos de Covilhã, Belmonte, Fundão e Penamacor. Não podia colocar outros, já que os Distritos de Viseu ou Coimbra, para quem é daqui, ficam longe e do outro lado é Espanha (e não se pode concorrer para Espanha).
Recentemente saíram as listas de colocação. Fiquei colocado, para quatro anos, no Agrupamento de Aguiar da Beira, que tinha posto em 19.º lugar nas minhas preferências (a única sede de concelho do Distrito da Guarda que não conheço). Ora isso fica a 130 Km do Soito, mais ou menos.
Houve muitos professores do (antigo) QZP 09 que não foram colocados e, aquando do concurso havia uma opção que era a de se poder concorrer a aproximação à residência (DAR), depois da colocação.
Acontece que nesse concurso para DAR estarão em primeiro lugar os tais professores que não foram colocados nesta fase do concurso. O que vai acontecer agora?
Vou concorrer a DAR, mas não vou ter hipóteses nenhumas, porque os professores que estavam atrás de mim na lista graduada vão-me ultrapassar.
O leitor está confuso? Também eu estou confuso e muitos outros professores o estão.
O que pode acontecer (e é o mais certo que aconteça) é que os professores que irão ser colocados na segunda fase do concurso (e cuja colocação será em finais de Agosto) fiquem em Agrupamentos muito perto do Sabugal e que me interessavam a mim, como Guarda, Almeida, Figueira ou Celorico. E eu estava bem à frente desses professores na lista graduada.
Ou seja, mais valia não ter sido colocado nesta fase do concurso, que teria, depois, hipótese de ficar muito mais perto da minha residência.
Agora, que já estou colocado, tenho que ir para Aguiar da Beira.
Estas situações não passam na comunicação social. O que interessa é dizer que já estão colocados não sei quantos milhares de professores.
É assim esta vida de professor, agora.
Conhecem outra profissão onde se passe uma coisa semelhante? Acham que eu tenho alguma razão para gostar do que este Governo faz?
Quem não está dentro do assunto pensa que tudo o que se passa com os professores são “ossos do ofício”.
Os grandes defensores deste Governo e das suas “medidas” para o sector da Educação acham que tudo o que os professores dizem é mentira e só querem é defender interesses “corporativos”. Esta dos interesses “corporativos” é recorrente, já que qualquer pessoa se acha no direito de chamar corporativo a um professor, mesmo sem saber bem o que é. Mas como essa palavra aparece muito nas televisões, toca a aplicá-la a torto e a direito.
Passo, então, a expor a minha situação (que é idêntica à de muitos professores, mas sem acesso aos grandes meios de comunicação social):
Sou professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico (antigo professor do Ensino Primário, vulgo professor primário) e pertencia, até agora, ao Quadro de Zona Pedagógica da Guarda (QZP 09).
Este ano o Governo resolveu alterar toda a mecânica do concurso de professores para, segundo afirma, estabilizar o corpo docente. E, se bem o pensou, melhor o fez. Como estava é que não podia ser. Até parecia mal que este Governo, todo moderno, deixasse ficar as coisas como estavam. Era imperioso mexer nisso.
Para isso, extinguiu os QZP e os professores deste quadro foram obrigados a concorrer a um Quadro de Agrupamento.
Mas há um pormenor que nunca é falado na comunicação social e só o conhece quem está no terreno. Aquando dos concursos não são apuradas todas as vagas, só algumas. Mais tarde é que vão aparecer outras vagas.
Como sou do Soito, concorri e coloquei (como é óbvio) o Agrupamento do Sabugal em primeiro lugar e os outros por aí fora, até Seia. Também podia concorrer a Agrupamentos fora do Distrito da Guarda e assim fiz, colocando, também, os Agrupamentos de Covilhã, Belmonte, Fundão e Penamacor. Não podia colocar outros, já que os Distritos de Viseu ou Coimbra, para quem é daqui, ficam longe e do outro lado é Espanha (e não se pode concorrer para Espanha).
Recentemente saíram as listas de colocação. Fiquei colocado, para quatro anos, no Agrupamento de Aguiar da Beira, que tinha posto em 19.º lugar nas minhas preferências (a única sede de concelho do Distrito da Guarda que não conheço). Ora isso fica a 130 Km do Soito, mais ou menos.
Houve muitos professores do (antigo) QZP 09 que não foram colocados e, aquando do concurso havia uma opção que era a de se poder concorrer a aproximação à residência (DAR), depois da colocação.
Acontece que nesse concurso para DAR estarão em primeiro lugar os tais professores que não foram colocados nesta fase do concurso. O que vai acontecer agora?
Vou concorrer a DAR, mas não vou ter hipóteses nenhumas, porque os professores que estavam atrás de mim na lista graduada vão-me ultrapassar.
O leitor está confuso? Também eu estou confuso e muitos outros professores o estão.
O que pode acontecer (e é o mais certo que aconteça) é que os professores que irão ser colocados na segunda fase do concurso (e cuja colocação será em finais de Agosto) fiquem em Agrupamentos muito perto do Sabugal e que me interessavam a mim, como Guarda, Almeida, Figueira ou Celorico. E eu estava bem à frente desses professores na lista graduada.
Ou seja, mais valia não ter sido colocado nesta fase do concurso, que teria, depois, hipótese de ficar muito mais perto da minha residência.
Agora, que já estou colocado, tenho que ir para Aguiar da Beira.
Estas situações não passam na comunicação social. O que interessa é dizer que já estão colocados não sei quantos milhares de professores.
É assim esta vida de professor, agora.
Conhecem outra profissão onde se passe uma coisa semelhante? Acham que eu tenho alguma razão para gostar do que este Governo faz?
Etiquetas:
polémica
09 Julho 2009
BIOGRAFIA OLGA
ÖLGA
“La Résistance”
Nas lojas dia 7 de Setembro
Formado em 2001, este projecto foi originalmente composto por quatro elementos: Diogo Luiz na bateria; João Hipólito no baixo, guitarra e bateria; João Teotónio na guitarra e teclados; e Rodrigo Filipe no violoncelo. Actualmente, e desde meados de 2004, a banda é formada pelos três primeiros.
Após um ano inteiramente dedicado à exploração das suas capacidades técnicas e criativas, gravam a sua primeira maqueta, fortemente influenciada pelas dinâmicas oscilantes e introspectivas do pós-rock praticado no continente europeu.
Em Junho de 2003, atingem a final do concurso de bandas Rockastrus e são considerados a banda mais original do concurso, motivando o contacto do produtor Paulo Miranda, com quem vêm a gravar o EP de estreia “Ö”, dois meses mais tarde, no Ampstudio em Viana do Castelo. “Ö” é editado em Fevereiro de 2004 com selo BorLand.
Reduzidos a trio, os ÖLGA seguem novos caminhos de experimentação abrindo portas a um som mais intenso e ritmado. No fundo, com uma essência mais rock. Em Agosto de 2004, entram novamente em estúdio e gravam o primeiro álbum “What is”, desta vez nos Estúdios Sinal 26 (Bairro Alto). O disco é lançado no mercado pela BorLand no início de 2005 com o single ‘Money’.
Em 2007, dá-se o início do processo de gravação do novo álbum “LA RÉSISTANCE” que é deveras marcante para a banda.
Após as sessões de gravação no estúdio Toolateman (Cascais), a banda decide assumir o comando das operações e avançar com uma edição de autor. A mistura do álbum é realizada no estúdio Golden Pony (Lisboa) com a preciosa ajuda de Eduardo Ricciardi e, mais tarde, masterizado em Nova Iorque por Tom Durack (que já trabalhou com Lou Reed, Ettiene Daho, B-52’s, Diana Ross, etc.).
No dia 7 de Setembro de 2009 chega às lojas o mui aguardado segundo álbum “LA RÉSISTANCE”. Partindo de uma base rock, é um disco eclético que vive de detalhes, nomeadamente, ao nível de arranjos instrumentais (percussão, metais e cordas) e de jogos vocais. “LA RÉSISTANCE” é o resultado do momento revivalista e sonhador que a banda atravessa, fortemente inspirado no rock alternativo e psicadélico dos anos 60 e 70.
www.olgamusic.com
www.myspace.com/olgamusicmyspace
“La Résistance”
Nas lojas dia 7 de Setembro
Formado em 2001, este projecto foi originalmente composto por quatro elementos: Diogo Luiz na bateria; João Hipólito no baixo, guitarra e bateria; João Teotónio na guitarra e teclados; e Rodrigo Filipe no violoncelo. Actualmente, e desde meados de 2004, a banda é formada pelos três primeiros.
Após um ano inteiramente dedicado à exploração das suas capacidades técnicas e criativas, gravam a sua primeira maqueta, fortemente influenciada pelas dinâmicas oscilantes e introspectivas do pós-rock praticado no continente europeu.
Em Junho de 2003, atingem a final do concurso de bandas Rockastrus e são considerados a banda mais original do concurso, motivando o contacto do produtor Paulo Miranda, com quem vêm a gravar o EP de estreia “Ö”, dois meses mais tarde, no Ampstudio em Viana do Castelo. “Ö” é editado em Fevereiro de 2004 com selo BorLand.
Reduzidos a trio, os ÖLGA seguem novos caminhos de experimentação abrindo portas a um som mais intenso e ritmado. No fundo, com uma essência mais rock. Em Agosto de 2004, entram novamente em estúdio e gravam o primeiro álbum “What is”, desta vez nos Estúdios Sinal 26 (Bairro Alto). O disco é lançado no mercado pela BorLand no início de 2005 com o single ‘Money’.
Em 2007, dá-se o início do processo de gravação do novo álbum “LA RÉSISTANCE” que é deveras marcante para a banda.
Após as sessões de gravação no estúdio Toolateman (Cascais), a banda decide assumir o comando das operações e avançar com uma edição de autor. A mistura do álbum é realizada no estúdio Golden Pony (Lisboa) com a preciosa ajuda de Eduardo Ricciardi e, mais tarde, masterizado em Nova Iorque por Tom Durack (que já trabalhou com Lou Reed, Ettiene Daho, B-52’s, Diana Ross, etc.).
No dia 7 de Setembro de 2009 chega às lojas o mui aguardado segundo álbum “LA RÉSISTANCE”. Partindo de uma base rock, é um disco eclético que vive de detalhes, nomeadamente, ao nível de arranjos instrumentais (percussão, metais e cordas) e de jogos vocais. “LA RÉSISTANCE” é o resultado do momento revivalista e sonhador que a banda atravessa, fortemente inspirado no rock alternativo e psicadélico dos anos 60 e 70.
www.olgamusic.com
www.myspace.com/olgamusicmyspace
07 Julho 2009
A capa do recente CD dos JOHN IS GONE (vencedores do concurso Rock Rendez Worten 2008),de título "Paper Cuts and Heartbeats"
03 Julho 2009
A capa do LP "Um Mundo a Construir" do grupo TEMPO E MODO, um disco rarissimo, retirado do mercado (estilo Prog Rock)
JÁ DESCOBRI O ERRO
Afinal descobri o erro que não me permitia fazer pesquisas nos blogs. Tinha instalado o Internet Explorer 7 e devia ter instalado o Internet Explorer 8
Obrigado a quem tentou ajudar
Obrigado a quem tentou ajudar
01 Julho 2009
AJUDA, POR FAVOR
Tenho um problema no Blogger. Se alguém me conseguir ajudar, agradecia.
Não consigo fazer qualquer pesquisa em qualquer Blog do BLOGGER. Quando coloco as palavras a pesquisar , aparece, em baixo, numa barra a palavra null e, logo de seguida a expressão "erro na página" (com um triângulo amarelo e um ponto de exclamação). Alguém sabe como fazer , para poder pesquisar nos blogs?
Não consigo fazer qualquer pesquisa em qualquer Blog do BLOGGER. Quando coloco as palavras a pesquisar , aparece, em baixo, numa barra a palavra null e, logo de seguida a expressão "erro na página" (com um triângulo amarelo e um ponto de exclamação). Alguém sabe como fazer , para poder pesquisar nos blogs?
29 Junho 2009
28 Junho 2009
25 Junho 2009
A capa do CD "Life Travels",recentemente lançado on-line, de ANÍBAL MIRANDA , sob a designação de THE SOUHTSEA MUSIC SOCIETY
23 Junho 2009
17 Junho 2009
15 Junho 2009
A capa do livro "Conta-me Histórias " - 2.ª edição revista e aumentada- Biografia dos XUTOS & PONTAPÉS
Etiquetas:
livros
13 Junho 2009
06 Junho 2009
05 Junho 2009
PEDIMOS DESCULPA POR ESTA INTERRUPÇÃO- O ROCK SEGUE DENTRO DE MOMENTOS
Campanha eleitoral:
DOMINGO NÃO VOTO PS
Por tudo o que este Governo (do PS) fez aos professores, desautorizando-os constantemente (e sei bem do que falo) este PS não merece o meu voto.
Por tudo o mais, também não.
Portanto, NÃO VOTO PS
Que vote no PS quem achar que este é o "melhor Governo dos últimos 30 anos", tipo o senhor (de quem nunca li nenhum livro) Miguel Sousa Tavares
DOMINGO NÃO VOTO PS
Por tudo o que este Governo (do PS) fez aos professores, desautorizando-os constantemente (e sei bem do que falo) este PS não merece o meu voto.
Por tudo o mais, também não.
Portanto, NÃO VOTO PS
Que vote no PS quem achar que este é o "melhor Governo dos últimos 30 anos", tipo o senhor (de quem nunca li nenhum livro) Miguel Sousa Tavares
Uma foto dos ARANHA, em 1978
Os músicos de uma das formações dos ARANHA eram: Jorge Silva (Guitarra), Aristides (Bateria), Armindo (Cantor), José Nuno (Viola-Baixo) e o Fernando Vidrinhos (pianista). Não tenho a certeza absoluta se nesta fotografia estão os membros dessa formação dos ARANHA.
03 Junho 2009
23 Maio 2009
A capa do single "Tens Um País" dos PREÂMBULO QUE (1975) produzido por José Cid, com sonoridades próximas do Rock progressivo
A cassete do "7.º Single" dos XUTOS & PONTAPÉS, que inclui dois temas ao vivo em Ovar, só existentes neste formato
21 Maio 2009
17 Maio 2009
16 Maio 2009
12 Maio 2009
09 Maio 2009
Relato de um concerto dos EX- VOTOS no Sabugal em 3/08/2003
Os Ex-Votos formaram-se no final dos anos 80, do século XX, em Lisboa. O seu líder e mentor era Zé Leonel, um dos fundadores dos Xutos & Pontapés.
Quando os Xutos deram o seu primeiro concerto, nos Alunos de Apolo, em 1979, Zé Leonel era o vocalista da banda. Esteve nos Xutos quase dois anos.
Zé Leonel esteve ligado aos Faíscas, uma mítica banda Punk portuguesa, onde fazia o papel de “agitador de massas” de modo a criar conflitos para que o público se envolvesse em desacatos, necessários para a sua promoção. Curiosamente, aquando do concerto dos Faíscas, no Sabugal, em Maio de 1978, Zé Leonel não veio.
Os Ex-Votos nunca tiveram grande popularidade, mas eram conhecidos por um público específico, ligado ao Rock mais alternativo. Mesmo assim, ainda tiveram um ou outro tema bastante conhecido do público, sobretudo “ Subtilezas Porno-Populares”, um tema que ficou conhecido como “Pimba!”, tal como era referido num autocolante que acompanhava o CD. Zé Leonel até se chateou todo quando Emanuel lançou a moda do “Pimba” e a canção com o mesmo nome. Os Ex-Votos já tinham lançado o “Pimba!” um ano ou dois antes, embora o estilo musical nada tivesse em comum.
Todos os membros que passaram pelos Xutos & Pontapés já tocaram no concelho de Sabugal. Francis foi o guitarrista no concerto dos Xutos, no Soito, em 1981. Gui tocou com os Xutos na Rapoula do Côa e tocou com os Despe & Siga num concerto, no Soito, em 1995.
Zé Leonel e os Ex-Votos apresentaram-se ao vivo, no Sabugal, no dia 3 de Agosto de 2003, evento integrado na Festa das Associações, que teve lugar no Largo da Fonte.
Este foi um dia de imenso calor. O céu estava completamente negro, tal o número de incêndios que rodeavam o concelho.
Os membros dos Ex-Votos tiveram que fazer um desvio, já que não puderam seguir viagem por Caria. Depois, já perto de Santa Ana de Azinha havia outro incêndio. Com cuidado lá conseguiram chegar ao Sabugal, para fazerem o ensaio de som.
Devido à pouco cuidadosa divulgação (em nenhum local se encontrava um cartaz que indicasse que os Ex-Votos eram liderados por um membro fundador dos Xutos & Pontapés), este concerto correu muito mal.
O público presente era tão pouco que nem deu para os músicos aquecerem. No entanto, eles tocaram como se o estivessem a fazer para uma verdadeira multidão. É assim que mandam as regras do profissionalismo.
Os Ex – Votos apresentaram-se no Sabugal com uma formação que incluía saxofonista, acordeonista, baterista, baixista, vocalista feminina e vocalista masculino (Zé Leonel).
O concerto teve início com “Partir a Rir”
Tocaram, depois, vários temas, tais como “Isso é Bom”, “Benditos Sejam”, "Surdo", “Texas Kid”, “Cantiga da Vida” , “Isso é Bom”, “Malandragem”, “Fado do Estudante”, etc.
O concerto terminou, como não podia deixar de ser, com “Subtilezas Porno-Populares” (ou “Pimba!”).
Numa entrevista que o Zé Leonel me concedeu no ano passado e foi publicada no jornal “Nova Guarda”, este referiu que, após o concerto do Sabugal, a banda cumpriu os concertos agendados e terminou logo de seguida. Zé Leonel também disse que este tinha sido um dos piores concertos da sua vida, não só pelo concerto em si, mas pelos atalhos que tiveram que percorrer devido aos incêndios.
Este foi um concerto mítico apenas pela presença de um nome, também ele, mítico do Rock português no palco instalado no Largo da Fonte.
Recentemente foi anunciado o regresso à actividade dos Ex- Votos.
Quando os Xutos deram o seu primeiro concerto, nos Alunos de Apolo, em 1979, Zé Leonel era o vocalista da banda. Esteve nos Xutos quase dois anos.
Zé Leonel esteve ligado aos Faíscas, uma mítica banda Punk portuguesa, onde fazia o papel de “agitador de massas” de modo a criar conflitos para que o público se envolvesse em desacatos, necessários para a sua promoção. Curiosamente, aquando do concerto dos Faíscas, no Sabugal, em Maio de 1978, Zé Leonel não veio.
Os Ex-Votos nunca tiveram grande popularidade, mas eram conhecidos por um público específico, ligado ao Rock mais alternativo. Mesmo assim, ainda tiveram um ou outro tema bastante conhecido do público, sobretudo “ Subtilezas Porno-Populares”, um tema que ficou conhecido como “Pimba!”, tal como era referido num autocolante que acompanhava o CD. Zé Leonel até se chateou todo quando Emanuel lançou a moda do “Pimba” e a canção com o mesmo nome. Os Ex-Votos já tinham lançado o “Pimba!” um ano ou dois antes, embora o estilo musical nada tivesse em comum.
Todos os membros que passaram pelos Xutos & Pontapés já tocaram no concelho de Sabugal. Francis foi o guitarrista no concerto dos Xutos, no Soito, em 1981. Gui tocou com os Xutos na Rapoula do Côa e tocou com os Despe & Siga num concerto, no Soito, em 1995.
Zé Leonel e os Ex-Votos apresentaram-se ao vivo, no Sabugal, no dia 3 de Agosto de 2003, evento integrado na Festa das Associações, que teve lugar no Largo da Fonte.
Este foi um dia de imenso calor. O céu estava completamente negro, tal o número de incêndios que rodeavam o concelho.
Os membros dos Ex-Votos tiveram que fazer um desvio, já que não puderam seguir viagem por Caria. Depois, já perto de Santa Ana de Azinha havia outro incêndio. Com cuidado lá conseguiram chegar ao Sabugal, para fazerem o ensaio de som.
Devido à pouco cuidadosa divulgação (em nenhum local se encontrava um cartaz que indicasse que os Ex-Votos eram liderados por um membro fundador dos Xutos & Pontapés), este concerto correu muito mal.
O público presente era tão pouco que nem deu para os músicos aquecerem. No entanto, eles tocaram como se o estivessem a fazer para uma verdadeira multidão. É assim que mandam as regras do profissionalismo.
Os Ex – Votos apresentaram-se no Sabugal com uma formação que incluía saxofonista, acordeonista, baterista, baixista, vocalista feminina e vocalista masculino (Zé Leonel).
O concerto teve início com “Partir a Rir”
Tocaram, depois, vários temas, tais como “Isso é Bom”, “Benditos Sejam”, "Surdo", “Texas Kid”, “Cantiga da Vida” , “Isso é Bom”, “Malandragem”, “Fado do Estudante”, etc.
O concerto terminou, como não podia deixar de ser, com “Subtilezas Porno-Populares” (ou “Pimba!”).
Numa entrevista que o Zé Leonel me concedeu no ano passado e foi publicada no jornal “Nova Guarda”, este referiu que, após o concerto do Sabugal, a banda cumpriu os concertos agendados e terminou logo de seguida. Zé Leonel também disse que este tinha sido um dos piores concertos da sua vida, não só pelo concerto em si, mas pelos atalhos que tiveram que percorrer devido aos incêndios.
Este foi um concerto mítico apenas pela presença de um nome, também ele, mítico do Rock português no palco instalado no Largo da Fonte.
Recentemente foi anunciado o regresso à actividade dos Ex- Votos.
05 Maio 2009
Uma foto dos CORPO DIPLOMÁTICO, ao vivo , em 1979, na primeira parte dos The Tubes (do blog Toxicidades)
30 Abril 2009
29 Abril 2009
Um pedido de António Manuel Ribeiro
Se alguém souber de alguma coisa, comunique:
Um pedido aos fãs da primeira hora
Entre meados de 1980 e 1982, os UHF tocavam ao vivo uma canção com o título “Rotina Versus Animal”, que nunca chegaram a gravar: a letra é assinada por António Manuel Ribeiro e a música por Carlos Peres. Pedíamos a todos os que ainda guardam cassetes gravadas com espectáculos desse tempo, que nos informem se tiverem algum material para análise, independentemente da qualidade da gravação.
No dia 1 de Abril de 1981 a RTP emitiu um programa intitulado “Espaço Rock”, gravado ao vivo no Teatro Villaret em Lisboa. Esta canção está no alinhamento do programa. Contacto para informações: amr@uhfrock.com.
Um pedido aos fãs da primeira hora
Entre meados de 1980 e 1982, os UHF tocavam ao vivo uma canção com o título “Rotina Versus Animal”, que nunca chegaram a gravar: a letra é assinada por António Manuel Ribeiro e a música por Carlos Peres. Pedíamos a todos os que ainda guardam cassetes gravadas com espectáculos desse tempo, que nos informem se tiverem algum material para análise, independentemente da qualidade da gravação.
No dia 1 de Abril de 1981 a RTP emitiu um programa intitulado “Espaço Rock”, gravado ao vivo no Teatro Villaret em Lisboa. Esta canção está no alinhamento do programa. Contacto para informações: amr@uhfrock.com.
23 Abril 2009
20 Abril 2009
18 Abril 2009
RELATO DE UM CONCERTO DOS JÁFUMEGA , NA GUARDA, EM 1982
Os Jafumega formaram-se no Porto, em 1979.
Faziam parte da banda os irmãos Barreiros (Eugénio nas teclas e voz, Pedro no baixo e Mário na guitarra) que tinham pertencido ao grupo Mini – Pop, o qual teve um relativo sucesso no início dos anos 70, do século passado.
Para além destes, faziam parte da banda Luís Portugal (voz), Álvaro Marques (bateria) e José Nogueira (saxofone).
“Estamos Aí”, o seu primeiro disco era um LP, totalmente cantado em inglês. Foi lançado em 1980, pouco antes do “boom” do Rock português. Neste disco as vozes eram repartidas entre o vocalista principal (Luís Portugal) e Eugénio Barreiros.
Em 1981 lançam o single “Dá-me Lume” que continha, no lado B, o grande sucesso “Ribeira”. O refrão de “Ribeira” andava na boca de toda a gente (“A ponte é uma passagem… P’rá outra margem”). Aderiram, portanto à moda de cantar em português e em boa hora o fizeram.
No dia 31 de Janeiro de 1982 visitam a cidade da Guarda para um concerto integrado num Baile de Finalistas da Escola Secundária Afonso de Albuquerque.
Embora conhecidos do grande público não possuíam muito reportório, pelo que tiveram que recorrer às canções em inglês, do seu primeiro LP.
Nesse concerto também participou Rui Veloso (e a sua banda).
Os Jafumega apresentaram-se na Guarda sem o seu vocalista principal (Luís Portugal) que estava doente.
Mesmo assim, os Jafumega não deixaram os seus créditos por mãos alheias.
Eugénio Barreiros substituiu Luís Portugal nas vozes e o concerto foi fantástico. Só que existia uma diferença. A voz de Luís Portugal era (e é) aguda, próxima do falsete, e a de Eugénio Barreiros era grave. Ora, ouvir a “Ribeira” numa voz grave nunca imaginei ser possível. O que é certo é que Eugénio Barreiros não teve qualquer problema em cantar os temas que se tornaram famosos na voz de Luís Portugal.
Não sei se esta situação se repetiu mais alguma vez durante a existência dos Jafumega, que, durante a sua curta existência realizaram perto de 300 concertos.
Os Jafumega tinham alguns dos melhores músicos portugueses nas suas fileiras, pelo que, musicalmente, este concerto foi irrepreensível.
O concerto incluiu, para além de “Ribeira”, outros temas como “There You Are”, “Take Me To The Highway”, “Keep Your Girl” ou “Dá-me Lume”.
Também foram tocados alguns temas inéditos (que seriam editados algum tempo depois no LP “Jafumega”), tais como “Nó Cego” ou “Homem da Rádio”.
Este concerto, devido à situação anómala já descrita tornou-se, um dos concertos históricos a que assisti em toda a minha vida.
Os Jafumega regressariam à Guarda para outro concerto no mesmo palco no dia 14 de Março de 1984, quando já tinham uma carreira consolidada e só já cantavam temas em português. Também estive nesse concerto, mas gostei muito mais do concerto de Janeiro de 1982.
Faziam parte da banda os irmãos Barreiros (Eugénio nas teclas e voz, Pedro no baixo e Mário na guitarra) que tinham pertencido ao grupo Mini – Pop, o qual teve um relativo sucesso no início dos anos 70, do século passado.
Para além destes, faziam parte da banda Luís Portugal (voz), Álvaro Marques (bateria) e José Nogueira (saxofone).
“Estamos Aí”, o seu primeiro disco era um LP, totalmente cantado em inglês. Foi lançado em 1980, pouco antes do “boom” do Rock português. Neste disco as vozes eram repartidas entre o vocalista principal (Luís Portugal) e Eugénio Barreiros.
Em 1981 lançam o single “Dá-me Lume” que continha, no lado B, o grande sucesso “Ribeira”. O refrão de “Ribeira” andava na boca de toda a gente (“A ponte é uma passagem… P’rá outra margem”). Aderiram, portanto à moda de cantar em português e em boa hora o fizeram.
No dia 31 de Janeiro de 1982 visitam a cidade da Guarda para um concerto integrado num Baile de Finalistas da Escola Secundária Afonso de Albuquerque.
Embora conhecidos do grande público não possuíam muito reportório, pelo que tiveram que recorrer às canções em inglês, do seu primeiro LP.
Nesse concerto também participou Rui Veloso (e a sua banda).
Os Jafumega apresentaram-se na Guarda sem o seu vocalista principal (Luís Portugal) que estava doente.
Mesmo assim, os Jafumega não deixaram os seus créditos por mãos alheias.
Eugénio Barreiros substituiu Luís Portugal nas vozes e o concerto foi fantástico. Só que existia uma diferença. A voz de Luís Portugal era (e é) aguda, próxima do falsete, e a de Eugénio Barreiros era grave. Ora, ouvir a “Ribeira” numa voz grave nunca imaginei ser possível. O que é certo é que Eugénio Barreiros não teve qualquer problema em cantar os temas que se tornaram famosos na voz de Luís Portugal.
Não sei se esta situação se repetiu mais alguma vez durante a existência dos Jafumega, que, durante a sua curta existência realizaram perto de 300 concertos.
Os Jafumega tinham alguns dos melhores músicos portugueses nas suas fileiras, pelo que, musicalmente, este concerto foi irrepreensível.
O concerto incluiu, para além de “Ribeira”, outros temas como “There You Are”, “Take Me To The Highway”, “Keep Your Girl” ou “Dá-me Lume”.
Também foram tocados alguns temas inéditos (que seriam editados algum tempo depois no LP “Jafumega”), tais como “Nó Cego” ou “Homem da Rádio”.
Este concerto, devido à situação anómala já descrita tornou-se, um dos concertos históricos a que assisti em toda a minha vida.
Os Jafumega regressariam à Guarda para outro concerto no mesmo palco no dia 14 de Março de 1984, quando já tinham uma carreira consolidada e só já cantavam temas em português. Também estive nesse concerto, mas gostei muito mais do concerto de Janeiro de 1982.
17 Abril 2009
FESTA DA REVOLUÇÃO
Na próxima sexta-feira 24 de Abril, véspera de feriado, a Void Creations vai organizar a FESTA DA REVOLUÇÃO em parceria com o Núcleo de Programação Cinematográfica.
Para celebrar os 35 anos do 25 de Abril, vamos dar uma festa que se vai fazer de liberdade e alegria e, para tal, contamos com a presença de várias bandas nacionais, dj's, soundsystems, sessões de cinema, uma feira e muita diversão!
O evento terá lugar no Santiago Alquimista, no coração da velha Lisboa, e vai abrir as portas pelas 21h. No espaço será possível assistir a sessões de cinema comemorativas do 25 de Abril e ainda fazer compras na nossa pequena feira de artesanato.
A entrada será livre até às 21h30!!!
Pela caída da noite, o início da festa vai dar-se com as sonoridades jamaicanas dos Riddim Culture, que prometem aquecer o palco principal ao ritmo envolvente do reggae, do dub, sem esquecer o ska, o rocksteady e até o afro beat.
Este soundsystem, que conta com cinco anos de existência, já colaborou com grandes nomes do reggae como os Black Uruhru ou os Gladiators e é composto por Papajuju (Terrakota), Ayala, Jahwise, Jawal e Clandestino.
Num registo mais alternativo-psicadélico-progressivo, mas sem desacelerar, o colectivo lisboeta Duas Semi Colcheias Invertidas vai continuar a animação. Nascidos em 2007 com membros de outros grupos, reúnem-se para fazer uma esquizofrenia sonora que alia sons e ruído e uma certa dose de improviso.
Seguem-se-lhe os três portuenses que têm dado que falar nos circuitos alternativo - os Olivetree Dance. O trio, nascido em 2003 pela mão de Renato Oliveira (Oliver), explora a fusão dos sons tribais com a música de dança acústica, que vagueia pelo trance, pelo drum ‘n bass e outros estilos do electrónico apenas com um didgeridoo, bateria e multipercussão.
Após terem vencido o concurso de Novos Talentos da Worten em 2009 e participado no álbum Novos Talentos FNAC, o disco de apresentação aguarda lançamento ainda no ano corrente. No currículo, conta com presença em diversos festivais de World Music: Universo Paralello – Brasil; os incontornáveis Boom Festival e Freedom Festival, Andanças, Festival Islâmico de Mértola e até apresentações na Índia.
Em paralelo, a sala Hamlet vai receber dj’s variados e novos talentos nacionais de sucesso como os Guta Naki, que escolheram uma pop sem muitos refrões e rock com algumas distorções e dos Kinds, que exploram caminhos alternativos dentro da pop ao fundir rock com electrónica e as mais variadas texturas.
Vão ainda tocar os lisboetas BLACKSEAT BINGO - compostos por O Manipulador (baixo), Red Fox (voz), Mwing H (bateria) e Mr Fraga (guitarra) – que se apresentam com um visual meio 50’s, meio glam, meio rock n roll. Recentemente, gravaram os seus devaneios de rock estilizado no EP Supper.
O VJ’ing estará a cargo de Clau, a.k.a. Psyberdoll. A VJ enveredou pelos audiovisuais a partir de 2005, depois de passar por formação académica em biotecnologia. A fusão entre o orgânico e tecnológico é uma das suas imagens de marca, explorando todas as potencialidades estéticas da biocibernética.
Nesta véspera de 25 de Abril, temos três espaços, cinco bandas, soundsystem, DJ’s, cinema, artesanato e animação.
A festa está pronta e só espera a tua presença.
Vem conosco celebrar a liberdade – pois a revolução será total ou não será mais revolução...!
Info:
Local: Santiago Alquimista
Hora: A partir das 21h00 até às 04h00
Morada: Rua de Santiago, nº19, 110-493 Lisboa
Metro: Rossio / Baixa-Chiado / Martim Moniz
Autocarros: 37
Eléctrico: 28
Comboio: Restauradores
Entrada: 5 cravos de Abril
A entrada será livre até às 21h30!!!
Contactos:
Void Creations
E-mail: voidcreations@gmail.com
Site: www.voidcreations.blogspot.com
Myspace: http://www.myspace.com/voidcreations
Hi5: http://voidcreations.hi5.com
Para celebrar os 35 anos do 25 de Abril, vamos dar uma festa que se vai fazer de liberdade e alegria e, para tal, contamos com a presença de várias bandas nacionais, dj's, soundsystems, sessões de cinema, uma feira e muita diversão!
O evento terá lugar no Santiago Alquimista, no coração da velha Lisboa, e vai abrir as portas pelas 21h. No espaço será possível assistir a sessões de cinema comemorativas do 25 de Abril e ainda fazer compras na nossa pequena feira de artesanato.
A entrada será livre até às 21h30!!!
Pela caída da noite, o início da festa vai dar-se com as sonoridades jamaicanas dos Riddim Culture, que prometem aquecer o palco principal ao ritmo envolvente do reggae, do dub, sem esquecer o ska, o rocksteady e até o afro beat.
Este soundsystem, que conta com cinco anos de existência, já colaborou com grandes nomes do reggae como os Black Uruhru ou os Gladiators e é composto por Papajuju (Terrakota), Ayala, Jahwise, Jawal e Clandestino.
Num registo mais alternativo-psicadélico-progressivo, mas sem desacelerar, o colectivo lisboeta Duas Semi Colcheias Invertidas vai continuar a animação. Nascidos em 2007 com membros de outros grupos, reúnem-se para fazer uma esquizofrenia sonora que alia sons e ruído e uma certa dose de improviso.
Seguem-se-lhe os três portuenses que têm dado que falar nos circuitos alternativo - os Olivetree Dance. O trio, nascido em 2003 pela mão de Renato Oliveira (Oliver), explora a fusão dos sons tribais com a música de dança acústica, que vagueia pelo trance, pelo drum ‘n bass e outros estilos do electrónico apenas com um didgeridoo, bateria e multipercussão.
Após terem vencido o concurso de Novos Talentos da Worten em 2009 e participado no álbum Novos Talentos FNAC, o disco de apresentação aguarda lançamento ainda no ano corrente. No currículo, conta com presença em diversos festivais de World Music: Universo Paralello – Brasil; os incontornáveis Boom Festival e Freedom Festival, Andanças, Festival Islâmico de Mértola e até apresentações na Índia.
Em paralelo, a sala Hamlet vai receber dj’s variados e novos talentos nacionais de sucesso como os Guta Naki, que escolheram uma pop sem muitos refrões e rock com algumas distorções e dos Kinds, que exploram caminhos alternativos dentro da pop ao fundir rock com electrónica e as mais variadas texturas.
Vão ainda tocar os lisboetas BLACKSEAT BINGO - compostos por O Manipulador (baixo), Red Fox (voz), Mwing H (bateria) e Mr Fraga (guitarra) – que se apresentam com um visual meio 50’s, meio glam, meio rock n roll. Recentemente, gravaram os seus devaneios de rock estilizado no EP Supper.
O VJ’ing estará a cargo de Clau, a.k.a. Psyberdoll. A VJ enveredou pelos audiovisuais a partir de 2005, depois de passar por formação académica em biotecnologia. A fusão entre o orgânico e tecnológico é uma das suas imagens de marca, explorando todas as potencialidades estéticas da biocibernética.
Nesta véspera de 25 de Abril, temos três espaços, cinco bandas, soundsystem, DJ’s, cinema, artesanato e animação.
A festa está pronta e só espera a tua presença.
Vem conosco celebrar a liberdade – pois a revolução será total ou não será mais revolução...!
Info:
Local: Santiago Alquimista
Hora: A partir das 21h00 até às 04h00
Morada: Rua de Santiago, nº19, 110-493 Lisboa
Metro: Rossio / Baixa-Chiado / Martim Moniz
Autocarros: 37
Eléctrico: 28
Comboio: Restauradores
Entrada: 5 cravos de Abril
A entrada será livre até às 21h30!!!
Contactos:
Void Creations
E-mail: voidcreations@gmail.com
Site: www.voidcreations.blogspot.com
Myspace: http://www.myspace.com/voidcreations
Hi5: http://voidcreations.hi5.com
15 Abril 2009
"SEM EIRA NEM BEIRA" - POLÉMICA
A propósito de música e política , anda no ar uma polémica por causa do último álbum dos XUTOS & PONTAPÉS e do tema "Sem Eira Nem Beira".
Os pró-governamentais alegam que o guitarrista Zé Pedro é pró-Governo e apoia todas as políticas de Sócrates.
Será verdade?
Os pró-governamentais alegam que o guitarrista Zé Pedro é pró-Governo e apoia todas as políticas de Sócrates.
Será verdade?
Etiquetas:
polémica
Subscrever:
Mensagens (Atom)